Bill Gates previu a morte das senhas há dez anos atrás, afirmando que os funcionários da Microsoft utilizavam sistemas biométricos para acessar diferentes áreas e serviços no local de trabalho. Segundo ele, as senhas são um problema: se são fáceis de lembrar, são fracas, e se são muito complexas, precisam ser anotadas ou divididas entre um número maior de pessoas, o que resulta com o mesmo efeito.
As empresas tem percebido esses problemas com as senhas, e por isso muitas têm adotado sistemas de biometria como impressões digitais, exames de íris ou reconhecimento de voz. Em alguns casos, isso torna-se um processo de duas etapas: algo que você é, e algo que você sabe. Em casos mais específicos, alguns desenvolvedores estudam maneiras de adicionar um terceiro fator: algo que você faz, como a maneira que você segura o celular, o modo como digita, entre outros.
É isso que torna os sistemas biométricos tão atraentes: o fato de ser único. Um hacker pode descobrir sua senha, mas é praticamente impossível que ele saiba suas digitais, ou até mesmo a maneira como você executa ações.


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